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    <title>Observatório dos Povos Indígenas de Goiás</title>
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    <item>
      <title>Nota de pesar - Mairu Kuady Karajá</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Nota de pesar - Mairu Karajá" title="Nota de pesar - Mairu Karajá" src="http://opig.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/nota_de_pesar_%28400_x_240_px%29.svg?1781524483" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/image_%284%29.png" alt="Nota de pesar - Mairu Karajá" width="900" height="1350" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 08:52:32 -0300</pubDate>
      <link>https://opig.ufg.br/n/201828-nota-de-pesar-mairu-kuady-karaja</link>
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    <item>
      <title>Nota de pesar - Nilsa Caetano Tapuia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Nota de pesar 2" title="Nota de pesar 2" src="http://opig.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/nota_de_pesar_%28400_x_240_px%29_%283%29.jpg?1779996142" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;O Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás manifesta, com profundo pesar, o falecimento &lt;/span&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;de Nilsa Caetano Tapuia, mãe de nossa querida colega, a professora Dra. Eunice Pirkodi Tapuia, na madrugada de hoje.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;O velório está sendo realizado na residência da família e o sepultamento ocorrerá a partir das 17 horas no cemitério da aldeia Tapuia do Carretão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;O Museu Antropológico expressa seus sentimentos e solidariedade à professora Pirkodi, à sua familia e à comunidade Tapuia do Carretão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="cvGsUA direction-ltr align-justify para-style-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/nota_de_pesar_%28400_x_240_px%29.svg" alt="Nota de pesar 3" width="800" height="480" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 28 May 2026 16:25:14 -0300</pubDate>
      <link>https://opig.ufg.br/n/201371-nota-de-pesar-nilsa-caetano-tapuia</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Avá-Canoeiro: a luta por protagonismo e preservação em Serra da Mesa</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="OPIG visita Avá" title="OPIG visita Avá" src="http://opig.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-05-25_at_07.44.32.jpeg?1779806708" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;OPIG visita a comunidade em busca de cooperação em direitos humanos e preservação cultural&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e Fotos: Epitácio Santos&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minaçu, GO –&lt;/strong&gt; Um dos povos mais massacrados do Brasil, os Avá-Canoeiro hoje se resumem a poucas famílias na Terra Indígena em Minaçu. De 14 a 16 de maio de 2026, uma equipe do Observatório dos Povos Indígenas de Goiás (OPIG/UFG) visitou a comunidade para apresentar o observatório e firmar cooperação em direitos humanos e preservação cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-05-25_at_07.44.32.jpeg" alt="OPIG visita Avá" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Lucas Veloso, Raphael Moura, Edson Luiz, Epitácio Santos, Patrícia de Carvalho, Manuel Lima e Haroldo Resende&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A cacica Niwathima recebeu a equipe na Aldeia Jatobá e apontou urgências: "Preocupa a gente a preservação da nossa língua Avá", disse. Única professora do idioma na escola local, ela evita ensinar a língua aos não-Avá. Com apenas quatro crianças Avá-Canoeiro na aldeia, o esforço de transmissão é diário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-05-25_at_07.44.29_%284%29.jpeg" alt="OPIG visita Avá 2" width="250" height="556" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Cacica Niwathima e Lucas Veloso&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-05-25_at_07.44.28_%283%29.jpeg" alt="OPIG visita Avá 3" width="700" height="317" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Cacica Niwathima, Patrícia de Carvalho e Manuel Lima&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A língua é fator central na identidade de um povo", reforça o antropólogo Lucas Veloso, do OPIG. "O zelo de Niwathima é pela sobrevivência cultural".&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Saúde e vulnerabilidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A aldeia mantém estrutura de home care para Trumak, ex-cacique de 39 anos acamado por linfoma. "Os Avá usam royalties da compensação ambiental para bancar quarto adaptado, equipamentos e equipe multiprofissional", relatou Raphael Moura, professor da Universidade Federal de Jatai pesquisador para questões em Saúde Mental do OPIG. "Não é só tratamento. É cuidado, carinho, zelo.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-05-25_at_07.44.26_%283%29.jpeg" alt="OPIG visita Avá 4" width="250" height="557" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt; Patrícia de Carvalho&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/Captura_de_tela_2026-05-26_115446.jpg" alt="OPIG visita Avá 5" width="700" height="390" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Haroldo Resende, Raphael Moura, Lucas Veloso, Edson Luiz, Manuel Lima&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"Patrícia de Carvalho Souza, chefe da Unidade Técnica Local da Funai em Minaçu, detalha os desafios. A Funai cuida de um território de 39 mil hectares com três barreiras de vigilância. Mesmo assim, garimpo, caça ilegal e retirada de madeira persistem. "O território é preservado, com mata fechada e animais. Isso atrai caçadores de fora", explica. O maior desafio, segundo ela, é fiscalizar protegendo uma população reduzida: "Os Avá-Canoeiro são uma família de oito pessoas. Precisamos preservar a família e o território que habitam".&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na aldeia, a Sesai, (Secretaria de Saúde Indígena), mantém polo 24h com médico, enfermeiro, técnico e motorista. As idosas Matxa, 87, com deficiência visual há 32 anos, e Twia, 55, que carrega traumas da fuga constante na infância, recebem acompanhamento. "Tuia nunca teve contato com outras crianças ou grávidas. Foi tudo novo pra ela", diz Patrícia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Educação e compensação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A escola estadual dentro da aldeia é trilíngue: Avá-Canoeiro, Tapirapé e português. Recursos de compensação ambiental da Hidrelétrica Serra da Mesa, administrada pela Axia Energia, (maior empresa de energia elétrica da América Latina e a maior geradora de energia renovável do Hemisfério Sul) bancam parte da estrutura. O Plano Básico Ambiental ainda está em elaboração.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Parceria OPIG-Funai&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para o professor Manuel Lima Filho, coordenador do OPIG, a visita foi exitosa: "Fomos com atitude de muita escuta. Com cuidado, por conta da história de violência contra esse povo do Araguaia e Tocantins. A equipe da Funai é preparada, harmoniosa e alinhada eticamente. Trabalhos anteriores com as professoras Rosani Moreira e Mônica Veloso, da UFG, que realizaram em um passado recente a construção da escola para/com os Avá-Canoeiro, no Brasil, por meio de parceria entre a Universidade Federal de Goiás (UFG) e a Seduc (Secretaria de Estado de Educação do Estado de Goiás). abriram caminho".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/OPIG_Av%C3%A1_6.jpg" alt="OPIG Avá 6" width="800" height="264" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Haroldo Resende e Edson Luiz (FUNAI), Manuel Lima Filho, Lucas Veloso e Raphael Moura (OPIG)&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Haroldo Resende e Edson Luiz, indigenistas da Funai/Goiânia, destacaram que a reunião com Niwathima foi parte da Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI), conforme a Convenção 169 da OIT. "Esclarecemos o papel do OPIG em acolher demandas de proteção social, violência contra mulheres e violações de direitos. Fortalecemos a rede de proteção e valorizamos a memória das mulheres Avá-Canoeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"Niwathima reconheceu as parcerias e formalizou o acordo com o OPIG. "Está posto o canal de escuta com a comunidade, seja nas denúncias ou na acolhida de demandas para que exerçam cidadania plena", afirma Manuel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/OPIG_visita_ava_8.png" alt="OPIG visita ava 8" width="700" height="371" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Edson Luiz, Haroldo Resende, Cacica Niwathima, Patrícia de Carvalho, Gean Carlos, Manuel Lima, Lucas Veloso, Raphael Moura&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Próximos passos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;OPIG e Funai vão avaliar estudos arqueológicos numa caverna usada como refúgio pelos Avá, onde ainda há pilão e panela de barro. Também planejam um documentário com as memórias de Niwathima.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para Patrícia, o observatório traz visibilidade: "Por muitos anos ficaram apagados. Tirar dessa teia invisível gera consciência, acesso, respeito e empatia. É isso que os povos originários precisam".&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/OPIG_visita_ava_7.png" alt="OPIG visita Avá 7" width="250" height="286" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Cacica Niwathima&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 26 May 2026 12:07:33 -0300</pubDate>
      <link>https://opig.ufg.br/n/201278-ava-canoeiro-a-luta-por-protagonismo-e-preservacao-em-serra-da-mesa</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Homenagem na Câmara Municipal celebra a presença e a resistência dos povos indígenas em Goiânia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="OPIG Câmara Municipal Goiânia Notícia" title="OPIG Câmara Municipal Goiânia Notícia" src="http://opig.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/museu_brincante_-_capa_de_not%C3%ADcia_%286%29.jpg?1778175671" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Cerimônia valorizou instituições e lideranças que atuam na defesa dos povos indígenas&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: Epitácio Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/OPIG_C%C3%A2mara_Municipal.jpeg" alt="OPIG Câmara Municipal" width="400" height="456" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Manoel Ferreira, Rosani Leitão, Pedro Wilson e José Machado&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia – Sob o tema “A cidade também é nosso território — a resposta somos nós”, a Câmara Municipal de Goiânia sediou, na noite da última segunda-feira (05/05), uma solenidade em homenagem aos povos indígenas. Realizado no Auditório Carlos Eurico, o evento reuniu lideranças, autoridades e representantes da sociedade civil para um momento de reconhecimento das trajetórias de luta e da presença indígena no contexto urbano.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A iniciativa, promovida pelo gabinete do vereador Fabrício Rosa, teve como objetivo central valorizar aqueles que contribuem de forma concreta para a garantia dos direitos e a preservação da memória desses povos. Durante a cerimônia, destacou-se que a ocupação dos espaços institucionais e o desenvolvimento de ações afirmativas são extensões fundamentais da resistência que ocorre nos territórios originários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-05-06_at_13.19.33.jpeg" alt="OPIG Câmara Municipal Goiânia" width="400" height="559" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Rosani Leitão, Rosa Kambeba e Fabrício Rosa&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos pontos altos da solenidade foi o reconhecimento público de instituições que atuam diretamente na causa. Membros do Observatório dos Povos Indígenas em Goiás (OPIG) e do Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (UFG) foram homenageados pelas ações positivas desenvolvidas junto às comunidades indígenas. O trabalho dessas entidades foi citado como essencial para o fortalecimento do respeito, da memória e da luta por direitos em todo o estado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O encontro foi marcado por relatos de resistência e pela reafirmação de compromissos com a causa. Para os organizadores, a homenagem não apenas celebrou o passado, mas serviu como um chamado para o fortalecimento de redes de apoio que combatam a invisibilidade dos povos originários, especialmente no ambiente acadêmico e institucional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com o auditório ocupado por apoiadores e representantes de diversas etnias, a noite encerrou-se como um marco de diálogo entre o poder público, a universidade e as comunidades, reafirmando que o reconhecimento de trajetórias concretas é um passo fundamental para que esses povos sigam sendo respeitados em seus direitos e territórios.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 07 May 2026 12:03:37 -0300</pubDate>
      <link>https://opig.ufg.br/n/200783-homenagem-na-camara-municipal-celebra-a-presenca-e-a-resistencia-dos-povos-indigenas-em-goiania</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Bolsista do OPIG/MA/UFG participa do ATL 2026 </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="ATL 2026" title="ATL 2026" src="http://opig.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.27_%282%29.jpeg?1776086103" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Acampamento Terra Livre é considerado a maior assembleia indígena do Brasil&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;" data-start="98" data-end="440"&gt;&lt;em&gt;Texto: João Lúcio e Glauber Iesoru Masion Karajá (Yebis Karajá)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fotografias: Cleiton Itxeó Karajá, Hadori Karajá e Cleiton Itxeó Karajá&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bolsista Glauber Iesoru Masion Karajá (Yebis Karajá), do projeto Observatório dos Povos Indígenas de Goiás: Direitos Humanos, Saberes do Cerrado e Inclusão Social, do &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, participou do &lt;span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"&gt;&lt;span class="whitespace-normal"&gt;Acampamento Terra Livre 2026&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, realizado em Brasília, considerado a maior assembleia indígena do Brasil. O encontro reuniu povos originários de diversas regiões do país em torno da defesa de direitos constitucionais e da preservação de seus territórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_19.44.39.jpeg" alt="Yabis Karajá ATL 2026" width="400" height="533" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Glauber Iesoru Masion Karajá (Yebis Karajá). &lt;br /&gt;Fotógrafo: Cleiton Itxeó Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="98" data-end="440"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="442" data-end="875"&gt;Com o tema &lt;strong data-start="453" data-end="510"&gt;“Nosso futuro não está à venda: A resposta somos nós”&lt;/strong&gt;, a edição deste ano destacou o enfrentamento às pressões sobre terras indígenas, especialmente diante da atuação de grandes empresas e projetos econômicos que avançam sobre áreas preservadas sem consulta às comunidades. A mobilização também trouxe à tona críticas a iniciativas que, segundo lideranças indígenas, ameaçam a soberania dos povos e seus modos de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.26_%283%29.jpeg" alt="Povo INY ATL 2026" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Iny Mahadu. &lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá &lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="442" data-end="875"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="877" data-end="1171"&gt;Durante o evento, foram debatidas pautas centrais como a demarcação de territórios, a proteção ambiental, o combate às violências, além do fortalecimento das políticas de saúde e educação indígena. A defesa da autonomia dos povos originários também esteve entre os principais pontos discutidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.28.jpeg" alt="Passeata ATL 2026" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Passeata. &lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="877" data-end="1171"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1173" data-end="1564"&gt;As marchas realizadas ao longo da programação reuniram milhares de participantes nas ruas da capital federal, evidenciando a articulação e a união entre diferentes povos indígenas. Os atos expressaram a mobilização coletiva em defesa da vida, dos territórios e das futuras gerações, além de reforçarem o protagonismo indígena nas decisões políticas que impactam diretamente suas comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.26_%284%29.jpeg" alt="Passeata ATL 2026 2" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Passeata. &lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1173" data-end="1564"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1566" data-end="1875"&gt;Para Glauber Iesoru Masion Karaja (Yebis Karajá), o ATL 2026 consolida-se como um espaço estratégico de resistência e incidência política. Segundo ele, o encontro reafirma a continuidade da luta dos povos indígenas frente às ameaças contemporâneas, mantendo viva a articulação nacional em defesa de seus direitos e da preservação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.26_%281%29.jpeg" alt="Passeata ATL 2026 3" width="400" height="600" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Glauber Iesoru Masion Karaja (Yebis Karajá).&lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1566" data-end="1875"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1877" data-end="2178"&gt;A edição deste ano também enfatizou denúncias sobre impactos de grandes empreendimentos, como desmatamento, exploração mineral e expansão de monoculturas, além de alertas sobre novas formas de ameaça, incluindo o uso de tecnologias que podem afetar a comunicação e a representação dos povos indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.39.27_%282%29.jpeg" alt="ATL 2026" width="400" height="267" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Passeata. &lt;br /&gt;Fotografia: Hadori Karajá &lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1877" data-end="2178"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Glauber Iesoru Masion Karaja (Yebis Karajá) integrou a mobilização acompanhando o ônibus da Secretaria de Inclusão (SIN) da Universidade Federal de Goiás, contribuindo no deslocamento e na articulação dos participantes até a capital federal, onde ocorreram as atividades do acampamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_21.02.51.jpeg" alt="Passeata ATL 2026 4" width="400" height="225" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Delegação do ônibus da SIN. &lt;br /&gt;Fotografia: Teytxiwa Karajá&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="1877" data-end="2178"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2180" data-end="2454" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;Considerado um marco anual de mobilização, o Acampamento Terra Livre segue como um dos principais espaços de articulação política indígena no país, reunindo lideranças, organizações e apoiadores na construção de estratégias coletivas para a defesa de direitos e territórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/WhatsApp_Image_2026-04-12_at_13.35.58.jpeg" alt="ATL 2026 - fotografia" width="400" height="225" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Passeata. Fotografia: Cleiton Itxeó Karajá &lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;" data-start="2180" data-end="2454" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 10:39:14 -0300</pubDate>
      <link>https://opig.ufg.br/n/200108-bolsista-do-opig-ma-ufg-participa-do-atl-2026</link>
      <guid>https://opig.ufg.br/n/200108-bolsista-do-opig-ma-ufg-participa-do-atl-2026</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Judiciário e academia estreitam laços: OPIG/UFG e TJGO planejam audiência pública para povos indígenas em Goiás</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="TJ e OPIG" title="TJ e OPIG" src="http://opig.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-03-23_at_15.54.56.jpeg?1774359809" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O encontro final desta fase ocorreu na sede do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), resultando em propostas concretas de cooperação&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto e Fotos: Epitácio Santos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;GOIÂNIA – Em um passo decisivo para a consolidação da rede de proteção aos povos originários, o Observatório de Direitos Humanos dos Povos Indígenas em Goiás (OPIG) encerrou, no último dia 19 de março, a primeira etapa de apresentações institucionais aos órgãos de controle e justiça do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-03-23_at_15.54.56.jpeg" alt="TJ e OPIG" width="700" height="315" /&gt;
&lt;figcaption&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Da esquerda para direita, Afonso R. B. Neto, Adriana U. de Souza, Manuel Lima Filho, Reinaldo de O. Dutra, Pedro Wilson e Epitácio Santos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Articulação e Representatividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A reunião contou com a presença dos coordenadores do OPIG, os professores Manuel Ferreira Lima Filho e Pedro Wilson Guimarães, e o gestor ambiental Epitácio Santos, além de Adriana Uassuri de Souza, representante do povo Iny Karajá, ela também é assistente da Coordenadoria de Igualdade Racial do TJGO.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A comitiva foi recebida pelo juiz auxiliar da Presidência do TJGO, Dr. Reinaldo de Oliveira Dutra, acompanhado pelo secretário da Coordenadoria de Igualdade Racial, Afonso Rodrigues Bruno Neto, e pela secretária Marcia Lyssa Barbalho.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O professor Manuel relatou que os recursos do OPIG são administrados pela Fundação RTVE/UFG e têm como finalidade central o resgate e a garantia dos direitos básicos das comunidades indígenas, ouvindo suas demandas e oferecendo suporte técnico e pedagógico. Entre as ferramentas em desenvolvimento, destacam-se um canal de denúncias e um portal voltado aos direitos humanos e oficinas. "O projeto já foi apresentado e fomos muito bem recebidos em diversos protocolos de colaboração e ações que já estão em andamento junto ao Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual, Defensoria Pública de Goiás e FUNAI (em âmbito nacional e local). E agora estamos aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-03-23_at_13.10.54.jpeg" alt="TJ e OPIG 2" width="800" height="360" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Fotografia: Epitácio Santos&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Reparação histórica e parceria institucional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante o encontro, os coordenadores ressaltaram a complexidade histórica que envolve os povos indígenas desde 1500, citando desafios atuais como o Marco Temporal, conflitos territoriais e a dificuldade de acesso a serviços básicos.&lt;br /&gt;"É fundamental ter o TJGO como parceiro e consultor para que não ocorram erros no processamento das demandas e denúncias que o Observatório receberá", pontuaram.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-03-23_at_13.10.54_%281%29.jpeg" alt="OPIG e TJ 3" width="800" height="360" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Fotografia: Epitácio Santos&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Do "Raízes Kalungas" ao "Raízes Indígenas"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Dr. Reinaldo Dutra destacou programas exitosos do Tribunal, como o "Registre-se!" — focado no combate ao sub-registro civil — e o "Projeto Raízes Kalungas", que promove a inclusão social e jurídica na maior comunidade quilombola do país.&lt;br /&gt;Sensível à pauta apresentada, o magistrado propôs a realização de uma audiência pública para a elaboração de diretrizes específicas. A sugestão foi prontamente aceita pela coordenação do OPIG, que sugeriu o nome "Raízes Indígenas" para o futuro programa, espelhando o modelo de sucesso aplicado aos quilombolas.&lt;br /&gt;"Direito é direito e precisa ser cumprido. Essas pautas são problemas públicos e cabe ao Estado agregar e somar forças em todas as esferas", afirmou o juiz Reinaldo Dutra.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-03-23_at_13.10.53.jpeg" alt="OPIG em TJ 4" width="300" height="667" /&gt;
&lt;figcaption&gt;Dr. Reinaldo de Oliveira Dutra&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Próximos passos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao final da reunião, ficou estabelecido que o secretário Afonso Rodrigues coordenará a formatação das audiências. Como encaminhamento imediato, o OPIG formalizará um ofício para institucionalizar e fortalecer o vínculo entre a Universidade Federal de Goiás (UFG), o Observatório e o Tribunal de Justiça. Adriana Uassuri, representante do povo Iny Karajá, recebeu a proposta com otimismo, classificando o encontro como muito positivo.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 10:46:10 -0300</pubDate>
      <link>https://opig.ufg.br/n/199567-judiciario-e-academia-estreitam-lacos-opig-ufg-e-tjgo-planejam-audiencia-publica-para-povos-indigenas-em-goias</link>
      <guid>https://opig.ufg.br/n/199567-judiciario-e-academia-estreitam-lacos-opig-ufg-e-tjgo-planejam-audiencia-publica-para-povos-indigenas-em-goias</guid>
    </item>
    <item>
      <title>OPIG e Funai articulam parceria técnica em defesa dos povos indígenas em Goiás</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Funai e OPIG" title="Funai e OPIG" src="http://opig.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-03-23_at_15.54.57.jpeg?1774358673" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Encontro teve como objetivo central estabelecer um Acordo de Cooperação Técnica&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: Epitácio Santos&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;GOIÂNIA (18/03) – Em um movimento estratégico para fortalecer a rede de proteção às comunidades originárias, o Observatório dos Povos Indígenas de Goiás (OPIG/UFG) reuniu-se com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) na sede do Museu Antropológico da UFG. O encontro teve como objetivo central estabelecer um Acordo de Cooperação Técnica para viabilizar as futuras demandas do observatório no estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-03-23_at_15.54.57.jpeg" alt="Funai e OPIG" width="700" height="685" /&gt;
&lt;figcaption&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Da esquerda para direita, Morel C. de Bastos, Haroldo Resende, Manuel Lima Filho, Pedro Wilson, Epitácio Santos e Flavio A. Dominicine&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Alinhamento e Expansão do Projeto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A apresentação do OPIG foi conduzida pelos coordenadores, os professores Manuel Ferreira Lima Filho e Pedro Wilson Guimarães, que detalharam as diretrizes da iniciativa ao coordenador da Funai em Goiás, Haroldo Resende, chefe da Coordenação Técnica Local (CTL/Goiânia).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante a exposição, o professor Manuel destacou o estágio atual do Observatório e as parcerias já consolidadas com o Ministério Público Federal (MPF), e a Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO). Entre os marcos recentes, foram citados o lançamento da Plataforma Digital do observatório e as visitas técnicas às aldeias dos povos Iny-Karajá e Tapuia do Carretão.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um dos pontos altos do encontro foi a proposta de uma expedição conjunta com a Funai ao território dos Avá-Canoeiro, a última aldeia que ainda resta ser integrada formalmente ao projeto do Observatório.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Agendas Positivas e Suporte Técnico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além das metas de campo, foi apresentado um balanço do orçamento de trabalho e das "agendas positivas" previstas para o semestre.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O encontro contou ainda com a participação de Morel Cipriano de Basto, representante do Centro de Audiovisual do Museu Nacional dos Povos Indígenas, e do assessor técnico Flávio Alexandre Dominicine, que colocou à disposição do projeto as ferramentas e os laboratórios do Centro de Audiovisual para documentar as demandas e ações do OPIG, reforçando o suporte logístico e técnico à iniciativa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Alerta sobre Vulnerabilidade Urbana&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O professor Pedro Wilson trouxe um diagnóstico preocupante sobre a precariedade vivida por indígenas na Região Metropolitana de Goiânia. Segundo o coordenador, essa população enfrenta desafios alarmantes em saúde, segurança e educação, que muitas vezes se assemelham às carências encontradas em seus territórios.&lt;br /&gt;“Juntos podemos buscar ações para mudar essa situação”, afirmou Pedro Wilson, reforçando a necessidade de uma atuação institucional conjunta e urgente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Entusiasmo e Reconhecimento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O coordenador da Funai, Haroldo Resende, recebeu a proposta com otimismo. “A iniciativa integra os esforços da Funai para o fortalecimento dos povos originários. Vemos este projeto com muito entusiasmo; podem contar conosco em suas missões”, declarou Resende, parabenizando a equipe pela iniciativa em caminhar juntos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A agenda foi finalizada com uma visita técnica às dependências do Museu Antropológico, onde a comitiva pôde conhecer de perto o espaço que abriga as atividades do projeto e as parcerias institucionais.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 10:32:04 -0300</pubDate>
      <link>https://opig.ufg.br/n/199564-opig-e-funai-articulam-parceria-tecnica-em-defesa-dos-povos-indigenas-em-goias</link>
      <guid>https://opig.ufg.br/n/199564-opig-e-funai-articulam-parceria-tecnica-em-defesa-dos-povos-indigenas-em-goias</guid>
    </item>
    <item>
      <title>UFG/MA/OPIG e Defensoria Pública de Goiás articulam parceria</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="MPF e OPIG 2026" title="MPF e OPIG 2026" src="http://opig.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-03-19_at_14.32.33_%283%29.jpeg?1773941773" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Objetivo do encontro foi apresentar as diretrizes do projeto e propor uma cooperação técnica voltada à defesa dos direitos das comunidades indígenas&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Jornalista e Fotografia: Epitácio Santos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GOIÂNIA – Na última quinta-feira (12), representantes do Observatório dos Povos Indígenas de Goiás (OPIG) reuniram-se com membros da Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO) para apresentar as diretrizes do projeto e propor uma cooperação técnica voltada à defesa dos direitos das comunidades indígenas no estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-03-19_at_14.32.33_%283%29.jpeg" alt="MPF e OPIG 2026" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Da esquerda para a direita, Epitácio Santos, Thairo Batista Esperança, Tiago Gregório Fernandes, Breno de Araújo Assis e Manuel Ferreira Lima Filho &lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Articulação Institucional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O encontro, realizado na sede da DPE-GO, contou com a presença do coordenador do OPIG, professor Manuel Ferreira Lima Filho, e do gestor ambiental Epitácio Santos, que representou o também coordenador, professor Pedro Wilson Guimarães. Pela Defensoria, participaram os defensores Tiago Gregório Fernandes, Breno de Araújo Assis e o coordenador do Núcleo Especializado de Direitos Humanos, Thairo Batista Esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a reunião, o professor Manuel detalhou o projeto "Observatório dos Povos Indígenas em Goiás: Direitos Humanos, Saberes do Cerrado e Inclusão Social". O coordenador apresentou um diagnóstico sobre a situação das populações indígenas no território goiano, destacando vulnerabilidades em áreas críticas como: Regularização de territórios; Acesso à educação e saúde; Segurança pública e garantia de direitos básicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-03-19_at_14.32.33.jpeg" alt="OPIG - DPE 2" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Da esquerda para a direita, Breno de Araújo Assis, Manuel Ferreira Lima Filho e Thairo Batista Esperança&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Foco em Denúncias e Integração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um dos pontos centrais da proposta é o estabelecimento de um fluxo direto entre o Observatório e a Defensoria. O objetivo é que as denúncias recebidas pela plataforma digital recém-lançada pelo OPIG-UFG possam ser encaminhadas e processadas juridicamente com agilidade pela DPE-GO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O defensor público Tiago Gregório Fernandes elogiou a iniciativa da Universidade Federal de Goiás (UFG) e sinalizou a intenção de integrar as demandas indígenas ao modelo de atendimento já realizado pela Defensoria junto às comunidades quilombolas no nordeste goiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Defensoria discutirá internamente com sua equipe a viabilidade de uma integração que permita atender as demandas indígenas com a mesma capilaridade que buscamos em outras áreas de vulnerabilidade", afirmou Fernandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-03-19_at_14.32.32.jpeg" alt="OPIG - DPE 3" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Epitácio Santos e Thairo Batista Esperança&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diagnóstico de Campo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os defensores Breno de Araújo Assis e Thairo Batista Esperança relataram experiências recentes em aldeias às margens do Rio Araguaia, onde constataram irregularidades que demandam apuração imediata. Apesar de o quadro de defensores no estado ainda ser reduzido frente à demanda, a instituição reforçou o compromisso de trabalhar por regiões para suprir as necessidades mais urgentes dos povos originários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1687/o/WhatsApp_Image_2026-03-19_at_14.32.33_%282%29.jpeg" alt="OPIG - DPE 5" width="600" height="400" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Apresentação do projeto&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 19 Mar 2026 14:22:04 -0300</pubDate>
      <link>https://opig.ufg.br/n/199453-ufg-ma-opig-e-defensoria-publica-de-goias-articulam-parceria</link>
      <guid>https://opig.ufg.br/n/199453-ufg-ma-opig-e-defensoria-publica-de-goias-articulam-parceria</guid>
    </item>
    <item>
      <title>UFG e MPF/GO firmam convênio para promoção dos direitos indígenas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="convenio UFG e OPIG" title="convenio UFG e OPIG" src="http://opig.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5831.JPG?1767820623" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;Parceria prevê ações conjuntas das instituições e fortalece a atuação do Observatório dos Povos Indígenas de Goiás&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto e fotos: Ênya Morais&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5831.JPG" alt="convenio UFG e OPIG" width="817" height="544" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Lucas Yabagata, Cristiane Tomaz, Pedro Wilson, Manuel Lima Filho, Jesiel Freitas, Angelita Pereira de Lima, Léa Moreira Lima, Adriana Uassuri de Souza, Tatyana Beltrão, Renata Alves e Epitácio Santos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A Universidade Federal de Goiás (UFG) e o Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) assinaram, nesta quarta-feira (7), um protocolo de intenções que formaliza um convênio de cooperação técnica, científica e institucional em prol da população indígena do Estado. A parceria prevê o desenvolvimento conjunto de ações de monitoramento, documentação e promoção dos direitos humanos dos povos indígenas de Goiás — Iny Karajá, Tapuia e Avá-Canoeiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A assinatura ocorreu no Gabinete da Reitoria da UFG e contou com a presença da reitora Angelita Pereira de Lima; do vice-reitor Jesiel Freitas; da procuradora-chefe do MPF/GO, Léa Batista de Oliveira Moreira Lima; do diretor do Museu Antropológico da UFG, Manuel Ferreira Lima Filho; do coordenador-geral do Observatório dos Povos Indígenas de Goiás (OPIG), Pedro Wilson Guimarães; da representante indígena Iny-Karajá, Adriana Uassuri de Souza; além de membros do Observatório.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Durante o encontro, o professor Manuel Ferreira Lima Filho, que também coordena o OPIG, destacou a relevância da cooperação para a Universidade e para a sociedade. “Ganham com essa iniciativa os povos indígenas de Goiás e a sociedade brasileira”, afirmou. O docente agradeceu o apoio da Reitoria da UFG na construção do projeto e a acolhida do MPF/GO na consolidação da parceria interinstitucional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;O coordenador-geral do OPIG, Pedro Wilson, ressaltou a importância de resgatar, defender e promover os direitos humanos dos povos indígenas de Goiás, e destacou ações que garantam a sobrevivência e a permanência desses povos que já sofreram com a dizimação. Ele lembrou ainda da trajetória da primeira professora indígena da UFG, Eunice Tapuia, atual coordenadora local do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor Equidade) da Licenciatura Intercultural da Universidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5732.JPG" alt="convenio UFG e OPIG 1" width="873" height="582" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; Apresentação do projeto arquitetônico do Espaço Intercultural Indígena pela Reitoria durante o encontro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A procuradora-chefe do MPF/GO, Léa Lima, destacou a satisfação em acompanhar os esforços da UFG em investimentos e ações voltadas à causa indígena. Ela pontuou a escassez de recursos públicos destinados à área e elogiou o comprometimento da Universidade. “Ações como essa sinalizam para a sociedade a importância da temática dos povos indígenas”, afirmou. Léa ressaltou que a cooperação fortalece o trabalho do MPF/GO na defesa das populações indígenas e amplia o acesso das comunidades a canais de denúncia e proteção de direitos. “No ambiente universitário, muitos povos indígenas se sentem mais à vontade para buscar apoio”, explicou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;O vice-reitor Jesiel Freitas destacou a excelência acadêmica da UFG, com forte atuação em pesquisa, graduação e pós-graduação, ressaltou ainda que esse reconhecimento está diretamente ligado às políticas de inclusão e acolhimento. Ele apresentou o projeto arquitetônico do Espaço Intercultural Indígena, que está em construção no Câmpus Samambaia. O centro de convivência contará com área de aproximadamente 8 mil m², incluindo auditório, refeitório, alojamento e espaços de convivência, com previsão de conclusão das obras em até 18 meses. “Nos alegra saber que a UFG é referência na formação intercultural indígena”, afirmou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;A reitora Angelita Pereira de Lima relembrou a trajetória da UFG na promoção da inclusão dos povos indígenas, desde o acesso até a permanência e a formação acadêmica. Ela destacou iniciativas como o Programa UFG Inclui, as ações afirmativas na graduação e na pós-graduação, a assistência estudantil, projetos de pesquisa e extensão, além do Observatório dos Povos Indígenas de Goiás e do InstitutoTakinahakỹ de Formação Superior Indígena. “Hoje, a Universidade conta com três professores indígenas concursados, formados aqui”, celebrou. Angelita ressaltou ainda o investimento de R$ 18 milhões no Espaço Intercultural Indígena e afirmou que a cooperação com o MPF/GO representa um passo fundamental para o fortalecimento e a garantia dos direitos da população indígena em Goiás. “Este convênio não é só um ato simbólico, mas um ato efetivo de fortalecimento da UFG e do OPIG”. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Confira alguns registros fotográficos:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5789.JPG" alt="convenio UFG e OPIG 7" width="429" height="441" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5799.JPG" alt="convenio UFG e OPIG 8" width="430" height="568" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5790.JPG" alt="convenio UFG e OPIG 9" width="430" height="521" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5795.JPG" alt="convenio UFG e OPIG 6" width="857" height="679" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-indent: 36pt; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/121/o/IMG_5818.JPG" alt="convenio UFG e OPIG 4" width="861" height="1087" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #0a0a0a; background-color: #ffffff; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 07 Jan 2026 18:53:59 -0300</pubDate>
      <link>https://opig.ufg.br/n/197624-ufg-e-mpf-go-firmam-convenio-para-promocao-dos-direitos-indigenas</link>
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    <item>
      <title>UFG lança Observatório dos Povos Indígenas de Goiás</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="lançamento opig" title="lançamento opig" src="http://opig.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/WhatsApp_Image_2025-11-07_at_08.51.55.jpeg?1762522664" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Plataforma busca fortalecer direitos e saberes dos povos Indígenas de Goiás&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Kharen Stecca&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fotos: Evelyn Parreira&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O lançamento da Plataforma Digital Observatório dos Povos Indígenas de Goiás, Direitos Humanos, Saberes do Cerrado e Inclusão Social (OPIG) foi celebrado no dia 6 de novembro, durante as atividades do 22º Conpeex da Universidade Federal de Goiás (UFG), marcando um momento especial para a universidade e, sobretudo, para os povos indígenas de Goiás. A plataforma é concebida como o principal instrumento do Observatório, destinado a atuar como um espaço construído pelos povos indígenas, baseado em reciprocidade e responsabilidade. Seus objetivos incluem monitorar e documentar a situação dos direitos humanos, dar visibilidade aos saberes, línguas e modos de vida, promover formação e diálogo, e subsidiar políticas públicas. O OPIG também nasce como um espaço de denúncia ética contra o racismo estrutural, a violência sobre corpos e territórios, e a destruição acelerada do Cerrado. O OPIG pode ser acesso em &lt;a href="http://www.opig.ufg.br"&gt;www.opig.ufg.br&lt;/a&gt; . &lt;a href="/a/lancamento-da-plataforma-digital-do-observatorio-dos-povos-indigenas-de-goias-opig-06-11-2025"&gt;Confira o álbum de fotos do evento.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/_UFG4603.jpg" alt="OPIG lançamento" width="700" height="468" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Gestores e representantes indígenas participaram da mesa&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A reitora da UFG, professora Angelita Pereira de Lima, destacou que a plataforma digital é o objetivo central e será o grande instrumento pelo qual o Observatório irá atuar. A reitora destacou importantes ações estruturantes realizadas em sua gestão, incluindo a contratação de três professores indígenas pela primeira vez na UFG, e a criação da Unidade Acadêmica Especial Instituto de Formação Indígena na Cultura (anteriormente Núcleo Takinahaky). Além disso, Angelita Pereira de Lima mencionou a construção do Espaço Intercultural com recursos do PAC, uma obra de R$18 milhões de reais, fundamental para a permanência e melhor qualidade de vida dos estudantes indígenas na UFG. A reitora finalizou a sua fala pedindo apoio para a campanha de criação do Instituto Nacional de Cerrado, reforçando que "sem cerrado não há Amazônia e sem povos tradicionais, sem povos originários, não há preservação das florestas e não há preservação do bioma Cerrado". &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O vice-reitor da UFG, professor Jesiel Freitas Carvalho, ressaltou a pujança e a potência da universidade em criar espaços adequados para a formação e expressão indígena. Ele relembrou que a ideia de criar o Observatório dos Povos Indígenas de Goiás partiu dele, buscando um projeto de relevância que envolvesse a experiência de Pedro Wilson e o compromisso do Museu Antropológico sob a direção do professor Manuel Ferreira Lima. Para o vice-reitor, a criação do Observatório demonstra que é preciso identificar a "boa ideia", "dar o passo", e então "a obra se faz".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diretor do Museu Antropológico da UFG e coordenador do OPIG, professor Manuel Ferreira Lima, afirmou que o lançamento da plataforma reafirma o compromisso histórico da universidade com a memória viva, os direitos humanos, o conhecimento ancestral, e o Cerrado como casa mãe. O projeto do Observatório, que tem apoio da Secretaria de Ensino Superior do Ministério da Educação, nasceu da circulação pelas aldeias, do convívio e da amizade. Manuel enfatizou que o OPIG se alinha diretamente à identidade da UFG, especialmente em relação à inclusão étnico-social e ao Cerrado no território, e que ele não é um projeto “sobre” os povos indígenas, mas um espaço construído “pelos” povos indígenas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O vice-coordenador do projeto Observatório e professor emérito da UFG, Pedro Wilson, saudou a universidade e a luta pela educação libertadora. Ele lembrou que Goiás já teve dezenas de etnias e hoje conta com apenas três povos representados: Tapuia, Caiapó e Avá-Canoeiro. Wilson descreveu o Observatório de Políticas Públicas Indigenistas de Goiás como um órgão necessário para apoiar os quase 20 mil estudantes indígenas nos municípios goianos e empoderar os cerca de 500 que estão nas universidades. O professor pediu uma salva de palmas em referência à luta favorável ao meio ambiente e à próxima COP 30, afirmando que a destruição da natureza e da água está destruindo os indígenas e que é preciso recuperar essa situação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Representando o povo Iny-Karajá, o professor Albertino Adiurema agradeceu a iniciativa da universidade, destacando que o povo indígena de Goiás estava sendo esquecido e não estava tendo apoio. Ele compartilhou sua mentalidade de que os estudantes indígenas devem estudar na cidade e retornar às aldeias para "brigar lá na aldeia" junto com seu povo. Albertino expressou gratidão, mencionando que a liderança do seu povo apoiou a ideia do Observatório, tornando-o um "grande parceiro das aldeias".&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/_UFG4607.jpg" alt="OPIG lançamento" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Professora Eunice Pirkodi destacou o papel da UFG em abrir portas aos indígenas&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A professora indígena Eunice Pirkodi Caetano Moraes Tapuia, do Núcleo Takinahaky, expressou sua gratidão e alegria pelo lançamento, lembrando que a UFG abriu as portas para os povos indígenas em 2007, possibilitando avanços em políticas públicas e permitindo que ela se tornasse professora da universidade. A professora ressaltou que a luta dos povos indígenas se torna mais fácil quando eles conhecem as "ferramentas para lutar" providas pela formação intelectual na universidade. Ela reforçou a esperança de que o OPIG seja um importante parceiro, pois o acesso aos direitos é difícil para os povos indígenas de Goiás, e a luta só será fortalecida quando houver a possibilidade de dominar as ferramentas do mundo externo, como o português formal, as leis e a burocracia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Adriana de Souza, vice-presidente da Associação das Aldeias Buridina e Béd Buè e integrante do povo Iny Karajá de Goiás, destacou a importância do lançamento da plataforma para os povos do estado, vendo-a como um instrumento especial para acompanhar as demandas e fortalecer a relação com a UFG e o Museu Antropológico. Ela afirmou que o OPIG é um parceiro fundamental no acompanhamento das pautas, na garantia da cidadania e na promoção dos direitos. “Os povos indígenas de Goiás foram por muito tempo esquecidos e invisibilizados, mas hoje estão avançando lado a lado com aqueles que realmente respeitam o nosso modo de vida e a nossa cultura”, destacou. Para ela, fazer parte do Observatório significa estar "à frente da luta em defesa do nosso povo", oferecendo sua voz, força e compromisso para que os povos continuem existindo com dignidade e respeito, mesmo que ela não esteja na comunidade todos os dias. A pró-reitora de Pesquisa e Inovação da UFG, Helena Carasek considerou uma grande honra o museu possuir um projeto tão importante e demonstrou grande crença no Observatório, afirmando que o projeto já começa grande. Também desejou muito trabalho e sucesso aos envolvidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/_UFG4665.jpg" alt="OPIG lançamento" width="700" height="467" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Plataforma&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O portal é um marco na comunicação intercultural do estado, reunindo informações sobre os Iny Karajá, Ãwa-Canoeiro e Tapuia do Carretão, os três povos indígenas reconhecidos em Goiás, além de oferecer um canal seguro para denúncias de violações de direitos humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo João Lúcio, produtor cultural do MA/UFG e responsável pela concepção estética da plataforma, o projeto buscou traduzir visualmente a relação entre o observatório e os territórios indígenas. “Pensamos na simbologia da terracota, que remete à terra, à ancestralidade indígena e às expressões tradicionais, como as ritxokos. João explica que essa tonalidade visual traduz pertencimento, identidade e conexão com o território — fundamentos do trabalho do Observatório. “A ideia era garantir uma coerência visual entre a identidade institucional do OPIG com as identidades indígenas  dos três povos de Goiás Iny Karajá, Avá Canoeiros e os Tapuia do Carretão”, afirma. Lucas Yabagata, antropólogo e responsável pelo acervo digital do site explicou que os criadores buscaram uma navegação simples e intuitiva, que ofereça credibilidade, segurança e acolhimento ao público. &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/_UFG4842.jpg" alt="apresentação OPIG" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Plataforma foi apresentada em detalhes durante o evento&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Funcionalidades do site&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as principais funcionalidades, estão relatórios periódicos sobre as ações do observatório; base de dados sobre os povos Iny Karajá, Avá Canoeiros e Tapuia do Carretão, reunindo informações sobre história, cultura, território e modos de vida; seção de notícias com atualizações e conteúdos sobre as atividades e questões relacionadas aos povos indígenas do estado; canal para denúncias de violações de direitos humanos, com garantia de anonimato e proteção de dados conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD); divulgação de pesquisas e ações educativas promovidas pelo OPIG em parceria com as comunidades indígenas, fortalecendo o intercâmbio de saberes e práticas culturais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Canal de denúncias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos destaques do novo portal é o sistema de recebimento de denúncias de violações de direitos humanos. As denúncias poderão ser registradas por meio de um formulário eletrônico seguro, com garantia de anonimato e proteção de dados pessoais. Após o envio, o denunciante recebe um número de protocolo para acompanhar o andamento da análise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Internamente, as denúncias serão avaliadas por um comitê especializado do OPIG, que fará o encaminhamento dos casos aos órgãos competentes. O site também disponibilizará manuais explicativos e uma descrição detalhada do fluxo das denúncias, reforçando o compromisso do observatório com a transparência e a responsabilidade institucional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 07 Nov 2025 10:32:38 -0300</pubDate>
      <link>https://opig.ufg.br/n/196239-ufg-lanca-observatorio-dos-povos-indigenas-de-goias</link>
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